Mostrando postagens com marcador Paraná Criando Moda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Paraná Criando Moda. Mostrar todas as postagens
Conheça os finalistas, da 15ª Edição do Concurso Paraná Criando Moda, que agora terão uma grande missão: confeccionar os dois looks propostos e apresenta-los em um desfile para mais de 500 convidados!

  • Adison Messias Jacinto – Unipar Campus Umuarama;
  • Andrei Rufino de Lira – PucPR Curitiba;
  • Andressa Tavares Castilho – Centro Europeu de Curitiba;
  • Fabiana Ruiz – Universidade Estadual de Maringá campus Cianorte;
  • Graciele Cafaratte Martini – Faculdade Tecnológica Senai Curitiba;
  • Gustavo Henrique Domingos das Neves – Universidade Estadual de Londrina;
  • Helena Carolina de Oliveira Skripes – TecPuc Curitiba;
  • Juliana Caldeira da Silva Serrato – Universidade Positivo Curitiba;
  • Larissa Santana Prudencio – Unipar Campus Cascavel;
  • Mario Cezar da Silva Junior – Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Apucarana;
  • Natani Aparecida do Bem – Unicesumar Maringá;
  • Tassia Tamara Zanini Ribas – Unifammatec Maringá.

A próxima etapa é a entrega dos looks confecionados, junto com todos os acessórios, no dia 17 de novembro.

Boa sorte aos selecionados e já estamos ansiosos para a grande final que será realizada no dia 26 de novembro.


O Sindvest criou, há 15 anos, o Concurso Paraná Criando Moda - Talentos da Moda Paranaense, destinado aos estudantes de moda, design e confecção do Estado. Durante esses anos, muitos jovens apresentaram seus looks na passarela e deram um show de criatividade.

A cada ano, o concurso apresenta um tema diferenciado e atual: Movimento (2001), Cara Brasileira (2002), Cinema Nacional (2003), Cópia: Uma apropriação indébita (2004), Movimentações Artísticas e Culturais do Brasil (2005), A era de ouro do Rádio (2006), Cem anos de Imigração (2007), Amazônia: Ecos na Moda (2008), África Inspirações (2009) e “A Filatelia na Moda” (2010),  “Qu’est-ce que vous portez?” ou em português, “O que te veste?” (2011) ,"Itália à moda da casa" (2012), "É brasileira, a maior festa popular do mundo (2013), "Ceda à Seda" (2014), e este ano, "A Dança Urbana - Theatrum mundi".

Confira abaixo um pouco do desfile final que aconteceu em novembro de 2014. Os preparativos para esse ano estão à todo vapor! O evento final com premiação será dia 26 de novembro.




Com o tema Ceda à Seda escolhido pelos criadores do concurso para enaltecer o seu uso, foi realizado uma pesquisa para se aprofundar desde o descobrimento da fibra até o tecido pronto.
A seda foi descoberta em 2.700 a.c. pela Imperatriz chinesa Si Ling Chi, quando um casulo de bicho-da-seda caiu de uma amoreira dentro de sua xícara de chá.
O bicho-da-seda, antes de criar o casulo e começar a produção do fio, é uma pequena larva que se alimenta apenas da folha de amoreira. Então a partir daí, surgiu a idéia do conceito dos looks, a folha de Amoreira alimentando a larva do bicho de seda.



Moça Bicho. Bicho Seda

Em tempos remotos vivia em Szechuan uma linda moça com seus pais. Sendo o pai raptado, a jovem foi tomada por um grande sofrimento. Sua mãe em grande desespero vendo a filha desfalecer, jurou que daria a moça em matrimônio a quem lhe trouxesse o esposo de volta para a família. O cavalo da família, ouvindo o juramento sagrado da mãe foi em busca do seu Senhor; e voltando com ele na garupa teve a promessa quebrada pelo pai da família, que repudiou a mulher por ter jurado tamanho absurdo. O cavalo desejando a moça, se indignou grandemente; Assim o pai da bela moça achou por bem mata-lo e esfola-lo a pele deixando-a secar ao sol. Passando a moça perto da pele seca na frente de sua casa, foi envolvida por ela e levada para longe, dias depois foi encontrada pendurada em um galho no pé de uma amoreira em forma de um grande casulo.
As composições criadas trazem, a partir de um olhar orgânico sobre a lenda, detalhes que simbolizam a leveza da bela moça e a força e movimento do cavalo. Misturas de materiais e diferentes gramaturas de seda, estampas suaves, tiras remetendo a pele esfolada do cavalo, formas amplas que envolvem.  O tecido mais precioso de todos os tempos, que surgiu através de um conto de amor impossível e não correspondido, é enaltecido pela lenda do seu maior símbolo, o casulo; e a lenda toma forma com a melhor seda produzida no ocidente; as peças são predominantemente brancas, suavidade para nós e cor do luto para o povo chinês. Os looks ainda contam com uma joia, um casulo de seda envolvido por prata segurado por uma pequena folha de amoreira.



"Denominada como coleção “Cerne”, ou seja, a parte mais importante e essencial de algo, o projeto apresenta uma relação de aceitação das imperfeições, onde os caminhos traçados por um defeituoso e estranho bicho da seda bastasse para que os sericultores do Vale da Seda no setentrião paranaense reconhecessem o valor da sua beleza, justamente por ser único, sem necessárias intervenções ou metamorfoses para ser visto assim, construindo uma identidade incomum a região.  Na passarela do Paraná Criando Moda 2014 irei conceber um bicho da seda singular, com andar lento e despassado, confuso e com histórias ímpares, muitas vezes escuro e frio, mas intrinsecamente iluminado e inerente por sua singularidade – aquilo que há de mais belo em seu cerne. O conceito será representado com looks vistos de forma inversa, capas enigmáticas e muitos recortes e texturas que não se encontra, além de acessórios fugindo dos tamanhos e formas comuns com materiais descartados pela indústria, tal como foi este bicho antes de ser descoberto e valorizado."


A transformação do ciclo

A coleção Ceda à Seda é inspirada na transformação do bicho-da-seda à fibra têxtil. Adentramos nesta metamorfose  reveladora deste ciclo de vida e extraímos um conceito  transformador onde o processo natural ganha peso e se materializa de forma inusitada e surpreendente.  Diante dessa transformação surgem experimentações  que nos permitem  mergulhar nesta atmosfera e ver os processos e a evolução deste ciclo.

Esta transformação acontece naturalmente quando a larva libera uma secreção pela boca e faz movimentos com os fios envolvendo o seu corpo e formando assim o seu casulo, até a fase onde  nasce a mariposa. Nesse contexto a coleção se envolve em seu próprio têxtil, e a naturalidade dessa transformação se da através dos movimentos e da fluidez das peças, evidenciando suas formas e texturas. Assim a tecnologia toma posse desta matéria prima, passando pela tecelagem e transformando-a em fibra têxtil, denotando o mais belo e incomparável  têxtil, a seda.

O branco é clássico, neutro e único na paleta de cores, alterando seus tons através da transparência, que ganha efeito segunda pele, contracenando com peças mais elaboradas com texturas aplicadas, revelando assim o soft formal wear que traz uma alfaiataria moderna e desconstruída sobre shapes amplos, leves e fluídos, ganhando recortes reveladores e imprimindo sofisticação e elegância nas peças. Sua leveza contrasta com a aderência do neoprene, que recebe um toque estruturado diante das texturas e dobraduras apresentadas em detalhes, enaltecendo a seda como protagonista da coleção.




Seda, Poesia da Pele

“A atmosfera que te envolve atinge tais atmosferas, que transforma muitas coisas que te concernem, ou cercam... mas em ti, em algum ponto, há algo de muscular, de animal, carnal, pantera, de felino, da substância felina, de animal, de animalmente, de cru, de crueza, que sob a palavra gasta persiste na coisa seda.”
Como João Cabral de Melo Neto poetizou as texturas da seda no poema “A Palavra Seda”, esse projeto ressalta as faces desse nobre e delicado tecido. Ao se abrir para o mundo o bicho da seda revela o ouro do Paraná, o mais austero dos tecidos, que conquista a quem enaltece o melhor da moda. A proposta é ressaltar o formato do casulo, que rígido, se abre e conquista outras atmosferas: o movimento, a cor, a transparência e a densidade.
O conceito trabalha a estrutura do casulo, sua forma protetora de outras formas, assim como o bicho da seda o faz ao se fechar em torno de si para no futuro revelar seu tesouro. O corpo e a cabeça representam esse casulo e as mangas começam a revelar a cor e as densidades dos diferentes tipos de seda produzidos pelo fio.
O croqui comercial revela a leveza da seda surgindo nas mangas amplas, que fechadas em casulo se abrem e revelam a cor, o movimento leve e marcante desse nobre tecido. Casulos vazados cortados a laser mostram a tecnologia a favor do tecido, e os bordados nas mangas e no detalhe das costas denotam a delicadeza e o toque fino das produções com a seda.
Como o casulo se abre para outras atmosferas, o Paraná, maior produtor de casulos do bicho da seda pode ampliar seus horizontes de trabalho. A seda não é apenas um tecido fino, mas algo humano, que faz vibrar!




Tema: Nós e os outros.
Coleção: Sementes nativas.

Em um destes dias em que o vento leva e traz pequenas partes de muitas coisas, olhando a calçada coberta de folhas, encontrei em meio a elas uma, duas, várias ‘flores de madeira’. Olhei ao redor, procurando – aquela – que escondida entre outras usava o vento para espalhar delicadeza.

Desde sempre amei as arvores e reconheci logo nas ‘flores’ o fruto: uma curiosa nave capsula que carrega e dispersa sementes aladas, cumprindo o ritual eterno de viver e morrer. O imponente Cedro-rosa balançava ao o vento espalhando suas naves fruto-flor na incessante tentativa de perpetuar sua existência nos espaços possíveis entre calçadas, ruas, paredes, carros e gente. 

Arvores nativas como o cedro-rosa, antes em grande número foram sendo utilizadas de muitas maneiras pelo homem. Em 1974 a escritora e poeta, Maria Thereza Cavalheiro, em seu livro "Antologia Brasileira da Árvore", cita: “O cedro-rosa (Cedrela fissillis) é uma árvore bela, de grande desenvolvimento. Atinge até 30 metros de altura. Suas flores são brancas, a madeira é empregada em trabalhos de marcenaria de luxo e obras de entalhe. Muitas imagens são esculpidas em cedro. Os charutos são envolvidos em uma película finíssima de cedro, para tomar-lhe o aroma, e as caixas que os contém são confeccionadas com esta madeira. E ainda, o lenho submetido à destilação, fornece óleo”.  Tentando ampliar a vontade de saber mais - sobre  outros seres – que  se encontram no mesmo espaço em que vivemos, inspirei minha coleção no fruto-flor do Cedro-rosa como representação da vida, onde a textura rugosa são vontade e força para vencer os desafios do dia a dia e aparece representada na seda rústica tramada em tear manual. A seda transparente representa o tempo que flui a existência de todas as coisas e finalmente, as sementes trazem o simbolismo da esperança que temos de que - afinal tudo ficará bem. Estes elementos propõem um convite à reflexão sobre espaço, tempo e lugar. O lugar de todas as coisas, o tempo de olhar com cautela o modo como ocupamos os espaços e o papel dos outros seres vivos em nossa existência.





INVERTEBRATUS

O tema e o conceito das criações aqui apresentadas têm como inspiração as quatro fases de vida do bicho da seda. Invertebratus (invertebrado) é apenas uma das características desse animal, pequeno, porém absurdamente importante, tanto para a história e para a indústria têxtil, como para a economia mundial, além de unir diversas famílias por meio do trabalho com a sericultura.

Do ovo à borboleta adulta, as características da roupa foram desenvolvidas e inspiradas em cada detalhe da metamorfose deste inseto, traduzida de maneira delicada e minuciosamente trabalhada nessas peças em forma de bordados, pregas, recortes e drapeados.

A cor branca predominante que faz uma ponte com os casulos de seda; as pregas definidas inspiradas nos desenhos das asas da borboleta; os formatos próximos à estrutura do corpo da crisálida; os bordados em paetês formando linhas orgânicas que imitam as da pele da lagarta; as miçangas lisas de diferentes tamanhos que demonstram a perfeição dos ovos, que logo virarão lagarta, e então casulo, crisálida e borboleta, para novamente percorrer todo o ciclo...

Tudo isso somado à suavidade e elegância da seda, de uma maneira ligeiramente peculiar e ousada, sem deixar de lado a feminilidade e sensualidade da mulher, colocando em evidência suas linhas e curvas, seja por meio da modelagem ajustada e trabalhada, ou pelas transparências utilizadas em diversas partes de ambos os looks.

Permita-me te convidar a dar um rasante em poucos minutos pelo mundo desse animal tão completo e precioso. Você não precisa ter asas! Apenas observe e deixe sua imaginação fluir, desfrutando dessa experiência.


Sou acadêmico do 2º ano do curso de Bacharelado em Moda da Unicesumar, e este é o segundo ano que participo do concurso como representante da Unicesumar.
A diferença da primeira participação para esta é acima de tudo a experiência que adquiri em mais um ano de graduação, além da experiência da primeira participação, o amadurecimento das idéias, a facilidade com que a absorção do tema aconteceu isso tudo a meu ver é resultado dessa vivencia e contato com o mundo da moda.
A Unicesumar e todo o corpo docente sempre apoiam iniciativas como esta do concurso Paraná Criando Moda, além da experiência que o acadêmico participante obtém esta se torna uma oportunidade de colocar em prática todos os conhecimentos adquiridos em sala de aula. O sistema de pré-seleção dos alunos, por exemplo, acontece de maneira rigorosa por uma comissão interna da instituição, determinadas disciplinas disponibilizam aulas para elaboração das propostas para o concurso, além é claro da consultoria e apoio dos professores, portanto o Paraná Criando Moda já faz parte da grade curricular do curso, que visa o processo criativo aplicado a novas propostas para moda paranaense.
Quando recebi a notícia, foi uma surpresa, tínhamos um nível altíssimo de qualidade nas outras duas propostas pré-selecionadas pela instituição, além de temáticas totalmente diferentes; dediquei-me ao máximo, mas sabia que a concorrência interna tinha um nível excelente; foi extremamente gratificante ter sido selecionado.
Gosto de desafios, e oportunidades como esta do concurso são poucas no cenário da moda paranaense, é uma vitrine e uma oportunidade de mostrarmos nosso potencial criativo e de colocarmos nosso aprendizado em prática.
Como toda vitrine, espero do concurso visibilidade e novos desafios, é uma oportunidade de lançar meu nome na cadeia fashion estatual, pois infelizmente ainda não atuo na área de confecção de moda.
Como estou no meio desta empreitada acadêmica ainda estou lapidando as possibilidades de carreira do universo da moda, mas algumas áreas me encantam, desde a criação, pesquisa, confecção, empresa prórpia até a docência nesta área.


Estou no segundo ano do curso técnico em Produção de Moda da UnifammaTec e é o segunda vez que participo do Concurso Paraná Criando Moda. Ano passado tive a oportunidade de ser uma das finalistas e foi uma ótima oportunidade para exercitar minhas atividades de criação, área que pretendo dar continuidade após terminar o curso.
A sensação é a mesma do ano passado, feliz por participar de um concurso tão especial para os estudantes de Moda do Paraná, inclusive ansiosa para que o dia chegue logo.
Resolvi participar do concurso novamente por apoio de meus familiares, minha coordenadora Cibelle, meus amigos, em especial Sandra, a quem sempre agradeço.
Espero que ao participar desse concurso minhas esperanças sobre meu futuro na moda sejam renovadas, que eu siga confiante nessa área que tanto me anima a fazer algo novo.


Eu estudo no Centro Europeu de Curitiba e o curso tem apenas um ano. É a primeira vez que participo e tive o apoio da faculdade. Porém, como ficamos sabendo do concurso apenas alguns dias antes não tive orientação de nenhum professor. 
Quando recebi a notícia de que fui selecionada, foi inacreditável, não imaginava que teria chance pois tive apenas dois dias para a conclusão do projeto.
Acredito que participar desde concurso é uma grande chance para entrar no mercado, pois eu ainda não trabalho na área, apenas confecciono peças para mim e pretendo abrir um ateliê quando finalizar o curso.


Estou cursando o terceiro e último período  na Tec PUC de Curitiba, e é a primeira vez que participo de um concurso.
Para realizar meu projeto tive ajuda das minhas professoras e coordenadora do curso, que me orientaram de uma forma excelente.
Quando recebi a notícia que fui selecionado foi maravilhoso, eu não achava que ia ganhar então foi uma grande surpresa, foi fantástico!
Resolvi participar do Paraná Criando Moda por que já tinha vontade de me inscrever desde o ano passado e esse ano resolvi me arriscar. É um ótimo aprendizado todo esse processo de criação e produção.
Espero primeiramente ter visibilidade, pois é importante que as pessoas conheçam
seu trabalho e também será um aprendizado de uma forma totalmente nova, pois eu ainda não trabalho na área, mas pretendo começar ano que vem.
Quero abrir minha marca, ir levando ela com calma por que no começo é difícil, e fazer um estágio e continuar estudando.

Atualmente estou cursando o 5º período do curso de Tecnologia de Design de Moda da UTFPR em Apucarana e essa foi a primeira vez que me inscrevi no Concurso, mas já o conhecia faz dois anos. Só agora resolvi me inscrever, por acreditar que  diante do conhecimento adquirido na UTFPR alcancei os saberes necessários para cumprir com as exigências que pede o estimado evento. 

Recebi  a notícia de que eu estava na final de  um professor, foi indescritível! Eu quase não acreditei. Precisei conferir no site e no facebook. Fiquei muito emocionado mesmo. A sensação de responsabilidade de estar representando a UTFPR traz um misto de emoção entre o prazer e a tensão da incerteza, do desconhecido.  Essa classificação significa muito na minha vida.

Costumo dizer aos meus colegas que ser aluno é nobre, mas participar de um concurso e possivelmente estar entre os primeiros é receber um certificado de nascimento como Design de Moda. Assim, minha maior intensão com esse concurso é homenagear todos os meus mestres que deliberam uma energia tal para nos lapidar com tanta garra, vontade e amor à profissão. Ver o brilho nos olhos deles ao perceberem que o trabalho docente está se refletindo nos anseios dos alunos em explorarem o que aprenderam, é emocionante.

Por estarmos no corredor da Seda, participar desse concurso trará inúmeros benefícios para minha carreira. Primeiro deles, é o fato de estar no celeiro de grandes designers em formação, de instituições de alta credibilidade e de indústrias do ramo da moda no Brasil. Participar desse concurso é deixar de ser apenas um aluno de moda, é concretizá-la através do projeto um sonho de poder solucionar questões (tais quais: higiene, comunicação, desconforto, pessoalidade, ecologia, etc) nas vestimentas das pessoas.

Não trabalhei ainda no setor de confecção, mas estou estagiando numa empresa chamada Fator 8, onde faço modelagem de bonés. Comecei faz pouco tempo e está sendo uma experiência engrandecedora.

Os meus planos para minha carreira depois de formado são: ingressar num mestrado, e se possível, fazer parte dele fora do país, para agregar maior riqueza intelectual ao projeto. Já estou em fase de pesquisa sobre mestrados no CE, RJ, SP e RS; abrir o meu atelier; e começar a escrever um livro relatando a caminhada que tracei para superar as barreiras educacionais e me tornar um profissional respeitado e de credibilidade no mundo da moda.  Num plano posterior, estão: ingressar no doutorado; ter minha própria marca; lecionar em alguma universidade brasileira ou europeia  e ministrar palestras no ramo da moda e da Ciência do Sucesso.

Eu estou cursando o primeiro ano do Curso Tecnologia em Designer de Moda pela UNIPAR em Cascavel, sempre fui rodeado de folhas, livros e lápis de cor, desde criança sou encantado pelo mundo da moda, gosto de ver filmes, novelas, ouvir músicas, visitar sites, e estar por dentro de tudo que envolva a arte e a moda, sou antenado as novas tendências e procuro tirar uma ideia do simples ao composto, gosto de misturar cores, formas e envolver o tema central em todo o contexto ao que proponho repassar com as minhas criações.

Fui informado do concurso Paraná Criando Moda pela coordenação do curso, logo fique ansioso e com vontade de participar, afinal, vi ali uma oportunidade de dar um passo a frente a realização de meus sonhos, quando fiquei sabendo quase nem acreditei, fiquei surpreso e feliz. Todos os dias acompanho o site, pois é a minha primeira experiência e quero participar de tudo.

Para construir as minhas criações estou contando com a ajuda da coordenação do curso a prof Ana Paula que me apoio desde o início ate agora e com os professores, amigos e familiares. Estou atualmente trabalhando no atelier Cris Mazzonetto, onde a proprietária Cristiane tem me ajudado bastante. Lá, espero juntar experiências e uma boa bagagem para logo mais lançar minha marca.

Espero que minhas criações repassem tudo àquilo que me propus a fazer e consiga encantar o olhar de todos, afinal é um trabalho que esta sendo feito com cuidado e sofisticação.
Obrigado!


Eu estou cursando o segundo semestre da Faculdade Integrada Camões de Curitiba, é a primeira vez que sou selecionada para participar do concurso, e resolvi participar porque gosto de desafios, sair da zona de conforto. Agora em outubro estou indo para o rio de Janeiro, e no dia 16 sigo viagem para Paraty no concurso sobre sustentabilidade na categoria estudantes, com o apoio do instituto Rio Moda, Paraty Eco Fashion e instituto Colibri. Estou muito ansiosa com tudo, pois não imaginava ganhar 2 concursos em categorias diferentes em meses consecutivos.

Na hora que recebi a notícia que fui selecionada, quase chorei. Fiquei sabendo por uma publicação da faculdade na rede social Facebook. Participar do concurso esta me deixando muito ansiosa, tive uma experiência em trabalhar no Backstage no desfile de algumas marcas, fui muito bom! Ter a experiência de vestir uma modelo com roupas de outros estilista me da a base de como será vestir a minha modelo com a minha própria criação. Será incrível. Além disso, estou com apoio total das professoras Priscila Sttomaior coordenadora e a Prof. Cristina Costa que me auxiliaram  na construção do projeto.

O Concurso vai me ajudar muito, na experiência adquirida e nos contados feitos. Trabalhar com seda, tecido tão nobre e delicado é um desafio grande uma experiência sem igual. Acredito que com isto novas portas se abram e novos desafios também. Minha expectativa é de conseguir uma boa oportunidade para trabalhar com criatividade, desenvolvimento e na produção, ainda estudando, e desenvolver com o passar do tempo. Com isso  consequentemente as boas oportunidades vão surgindo.

Sou formada em Açúcar e Álcool, e trabalhava numa empresa multinacional como líder, mas sempre fui apaixonada por arte. A minha mudança para Curitiba me fez  expandir o horizonte e se adaptar no mercado, trabalhei 4 meses de vendedora na Squalle e em seguida surgiu a oportunidade de gerenciar uma  de marca própria chamada Milho Guerreiro, onde fiquei por 7 meses e quando teve a troca de donos a proposta oferecida para continuar financeiramente não foi boa.

Para mim moda é arte, e estou surpresa com o rumo dos acontecimentos, tudo está saindo melhor que o planejado, sou uma recém-nascida nesse mundo de oportunidades e estou feliz com os retornos.

Tenho uma marca em desenvolvimento que se chama 1/4D'frida meus croquis já assino assim. Estou criando um alicerce e pesquisando mercado antes de colocar a cara no mundo, pois penso que não é apenas vender, temos que causar com um olhar diferenciado, como uma obra de arte abstrata que cada um vê a mesma coisa de angulo diferente. Sou apaixonada por estampas, mas tenho os dois extremos, adoro as estampas, porém na pratica gosto do minimalismo sutil.


Estou no terceiro ano, sexto período, do Centro Universitário Dinâmica das Cataratas, e esta é a segunda vez que estou participando do Paraná Criando Moda e que fui selecionada também, pois no ano passado também participei.

Já tive experiência com o Festimalha e o Dragão fashion, acho que agora estou muito mais preparada e com uma bagagem maior, tenho uma visão diferente, conceitos mais concretos e acho que isso será muito importante nesta edição. Estou muito mais determinada e confiante, isso tudo amadurece nossas ideias e conceitos. Além disso, meus professores sempre me apoiaram e orientaram a fazer o meu melhor, isso é muito bom.

Quando recebi a notícia que fui selecionada foi incrível, estava muito ansiosa, e soube pelos meus amigos. Quando abri minha rede social tinha muitas mensagens me parabenizando, eu nem acreditava, foi quando entrei no site e vi meu nome lá...foi de mais!! É muito emocionante tudo isso!!

Resolvi participar do concurso porque quero seguir a área de estilista, acho que  ter a oportunidade de participar desses concursos é  muito importante para minha carreira, pois cada vez mais adquiro experiências e isso será muito válido lá na frente.

Espero ter reconhecimento e experiência. Sonho com o dia que estarei apresentando minha criação e alguém me faça um convite para ser estilista de alguma marca.

Atualmente trabalho na Bel Art , um atelier  de locação de vestidos de festa e noiva, desenho para as clientes de primeiro aluguel e para a loja também. Mas tenho a expectativa de ter minha própria marca em vestuário feminino e festas,  e ser reconhecida. Já tenho minha marca em acessórios e estou criando um plano de negócios para o seguimento do vestuário.


O painel de 10 metros quadrados foi pintado por Tânia Machado e se encontra na sala de reuniões do Instituto Vale da Seda. A obra representa graficamente a percepção da artista sobre o Vale da Seda, a região que mais produz casulo de seda em todo o ocidente.
Neste painel podem ser contadas 33 mariposas, que representam cada uma das 29 cidades que formam o Vale da Seda, além das quatro cidades de grande importância para a seda no mundo.  Da cidade de Hangzhou na China, onde foi utilizada pela primeira vez na produção dos tecidos há mais de 5.000 anos, a seda foi levada para Quioto no Japão. A Rota da Seda levou-a para Como, na Itália e Lyon, na França.
Nesta parte da ilustração estão as cidades de Nova Esperança, Maringá, Lyon, Como, Quioto e Hangzhou, identificadas através de elementos presentes no brasão de cada cidade.
O Paraná participa com 92% da produção nacional de casulos de bicho-da-seda, uma atividade desenvolvida em pequenas propriedades rurais, com área média de 2,5 ha e predominância do trabalho familiar, representando uma alternativa importante para a melhoria da renda dessas famílias. 

A sericicultura contribui significativamente para a redução do êxodo rural, pois gera um emprego para cada hectare plantado com amoreira, cujas folhas são o único alimento do bicho-da-seda. São necessários 300 hectares de soja para gerar um único emprego no campo.

A sericicultura paranaense é desenvolvida em 191 municípios. Dados da safra de 2012 informam que o Paraná conta com 2.240 famílias de sericicultores, que cultivam uma área de 5.750 hectares de amoreiras. As 2.445 toneladas de casulos produzidos na safra de 2012 geraram um Valor Bruto do Produto de R$ 27.604.000,00, segundo o Relatório Takii/2012 da SEAB-PR.

No Paraná nenhuma outra região produz mais casulo de bicho-da-seda do que a região delimitada pela bacia hidrográfica do Rio Pirapó, que envolve 29 municípios no noroeste do Paraná e constitui o Vale da Seda, região que mais produz casulo de bicho-da-seda em todo o Ocidente. No Vale da Seda os municípios apresentam uma área média plantada com amoreiras que é o dobro da área média observada nas demais regiões do Paraná. 

Mais informações no site do projeto ¨Identidade, trabalho e arte: as artesãs do Vale da Seda¨, que visa fortalecer a identidade das crianças e jovens com aspectos culturais, artísticos e sociais da cidade em que vivem, incentivar a produção de artes plásticas e agregar uma valorização ao trabalho cultural das artesãs residentes na região do Vale da Seda.


A empresa Werner Tecidos, grande produtora de seda do Brasil, é um dos apoiadores do Concurso Paraná Criando Moda deste ano. A Werner possui mais de 300 funcionários operando com tecelagem, tinturaria, estamparia e acabamento, para produzir esse tecido fino e símbolo de elegância em todo o mundo, com responsabilidade social e preservação do meio ambiente.

Abaixo segue a história da seda contada pela Werner, disponível aqui.